Uma das frases que mais ouvimos de hoteleiros antes de adotar Revenue Management para hotéis é esta: ‘eu ainda não estou pronto para isso.’
Essa sensação é honesta, mas também um equívoco.
A ideia de que Revenue Management exige uma equipe especializada, anos de experiência em gestão de tarifas ou um processo interno bem estruturado antes de começar é um dos maiores obstáculos que os hoteleiros criam para si mesmos. E ela está errada por um motivo simples: cultura de Revenue Management não é um pré-requisito para começar. E o que se constrói ao usar.
O mito de que é só para especialistas
Revenue Management ganhou reputação de área técnica e complexa, e com razão. Feito de forma manual, ele exige horas de análise, múltiplas fontes de dados, planilhas elaboradas e um profissional dedicado para sustentar tudo isso com consistência.
A complexidade não desaparece com um RMS. O que muda é onde ela fica: em vez de gastar energia no operacional repetitivo, o Revenue Manager passa a concentrar seu conhecimento no que realmente diferencia um hotel: estratégia de segmentação, posicionamento, leitura de mercado. O sistema cuida da execução e o profissional cuida da inteligência.
Para quem ainda está construindo essa cultura internamente, a Climber não chega sozinha. A implementação inclui suporte de revenue managers experientes que conhecem o mercado brasileiro para configurar a estratégia inicial, tirar dúvidas e evoluir junto com o hotel. Você não precisa chegar pronto. Você chega, e a Climber ajuda a construir.
O que hotéis brasileiros descobriram na prática
O Gran Marquise, em Fortaleza, já tinha cultura de revenue há mais de 12 anos quando adotou a Climber. Mesmo com todo esse histórico, o que mudou foi significativo: o sistema eliminou o delay entre a mudança de demanda no mercado e o ajuste de tarifa, algo que o processo manual nunca conseguia resolver com a velocidade necessária.
A Pousada Bucaneiro, em Búzios, chegou no caminho oposto: sem nenhuma estrutura formal de Revenue Management. Em poucas semanas, operava de forma independente. O resultado foi acima de 20% de crescimento de receita.
“O sistema não te pega mais de surpresa. Você deixa de ser bombeirinho e passa a projetar com até um ano de antecedência.” Pousada Bucaneiro, Búzios
Dois hotéis, dois perfis completamente diferentes. O mesmo ponto de chegada.
O que você precisa e o que não precisa
Você não precisa ter tudo estruturado antes de começar:
- Um Revenue Manager dedicado não é pré-requisito, mas se você tiver um, o sistema vai potencializar o trabalho dele
- Anos de experiência em tarifação dinâmica
- Um processo interno consolidado antes de contratar
- Conhecimento técnico aprofundado em RM
O que faz diferença na prática:
- Disposição para configurar a estratégia inicial com apoio da equipe Climber
- Curiosidade para olhar os dados e entender o que eles estão dizendo
- Abertura para deixar o sistema trabalhar, inclusive fora do horário comercial
A curva de aprendizagem é menor do que parece
Um dos maiores medos de quem considera um RMS é a curva de aprendizagem. Na prática, o que os hoteleiros descrevem depois de adotar a Climber é que ela existe, mas é muito mais rápida do que esperavam.
Isso porque o sistema centraliza em um único lugar tudo que antes estava espalhado: pickup, concorrência, demanda, forecast. Em vez de cruzar dados de múltiplas fontes, você tem uma visão única e atualizada até 24 vezes ao dia. O trabalho operacional reduz, o tempo para estratégia aumenta e a equipe Climber acompanha esse processo desde o início.
Onde começar?
O primeiro passo não e dominar Revenue Management. É começar a usar um sistema que faz o operacional por você, e ir construindo a cultura a partir do que os dados mostram.
A Climber foi desenhada exatamente para isso: ser acessível para quem está começando e poderosa para quem já tem experiência. Você não precisa chegar pronto. Você chega, e o sistema te ajuda a crescer.
